03/06/2012

Site mostra o custo de vida de quase 800 cidades brasileiras


Não é necessário fazer cadastro no site para ser um colaborador

“Está pensando em mudar de cidade? Recebeu uma proposta de trabalho em uma cidade e não sabe o valor médio que se gasta nela? Aqui é o lugar.” Com este lema, o site Custo de Vida pretende fornecer os valores médios de um determinado local para que, assim, você evite ser pego financeiramente desprevenido caso esteja de mudança.


O domínio, criado pelo estudante Lucas Franco, conta com a colaboração de qualquer pessoa que queira compartilhar os gastos médios de sua cidade. Dessa forma, as páginas de cada região abordam os custos a partir de categorias como “Bar e Restaurante”, “Supermercado”, “Transporte”, “Utilidades” e “Moradia”.


Até o momento, o site já contabiliza mais de 5 mil colaborações vindas de 780 cidades do país. Para ser um colaborador, basta selecionar a sua cidade e preencher os valores de cada item — não é necessário realizar cadastro.


Para que os custos mantenham-se os mais próximos da realidade, eles são baseados na média das contribuições enviadas. Também é possível saber o nível de custo de vida para cada cidade a partir de uma classificação — quanto mais próximo da nota “10”, mais cara a cidade é.


Fonte: G1 Custo de Vida

31/05/2012

4º Concurso Moda Inclusiva



Até 31 de julho, estudantes e profissionais de moda em todo o Brasil podem se inscrever na nova edição do Concurso Moda Inclusiva, promovido pela Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo. A iniciativa é uma oportunidade de estimular, entre jovens estilistas, um olhar fashion às roupas e acessórios de pessoas com necessidades especiais, buscando novas soluções e inovações. Além disso, o concurso também incentiva a carreira profissional dos participantes, que podem mostrar suas habilidades de estilo e criatividade para um público que quer estar cada vez mais integrado à sociedade como um todo.

E para apoiar o concurso e contribuir para a formação dos designers, pelo 4º ano consecutivo a Vicunha Têxtil é a empresa parceira que oferecerá ao grande vencedor um mês de estágio para conhecer o dia a dia do mercado de moda. Ainda, os 20 melhores trabalhos inscritos serão apoiados com índigos e brins Vicunha para a confecção das roupas que serão apresentadas no desfile final em um grande evento em novembro em São Paulo.

As inscrições deverão ser feitas no site da Secretaria, pelo endereçohttp://modainclusiva.sedpcd.sp.gov.br, onde também podem ser encontradas mais informações sobre o evento.

Edição 2011
A terceira edição do concursos Moda Inclusiva, que aconteceu em setembro de 2011, elegeu Amanda Alves dos Santos (imagem) a grande vencedora. A estudante de 20 anos apresentou dois looks na passarela, sendo que o melhor foi voltado a deficientes visuais e contava com indicações em Braille feitas em strass. “Minha ideia foi facilitar o dia a dia dessas pessoas e dar mais liberdade a elas”, relatou a estudante. 

29/05/2012

Hope abre loja conceito na Oscar Freire e customiza lingerie


A Hope inaugura uma nova loja conceito na Oscar Freire, tradicional rua da capital de São Paulo conhecida pela grande concentração de grifes. A unidade foi desenvolvida pelo escritório de design DEUXL, de Paris, em parceria com o escritório de arquitetura italiano, Vudafieri Saverino. O novo endereço da marca possibilitará às clientes customizarem seus produtos.

As lingeries poderão ganhar aplicação de monograma ou cristais e uma costureira ficará de plantão na loja para fazer eventuais ajustes. Haverá ainda consultoras de estilo para indicar o melhor sutiã para seu tipo físico ou para uma determinada roupa. Ao todo, o investimento no novo ponto de venda foi de R$ 5 milhões.
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Por Mundo do Marketing | 28/05/2012

25/05/2012

Sacolas criativas


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23/05/2012

H&M chega ao Brasil em 2013


Entre as maiores fast fashion do mundo, a H&M está chegando ao Brasil. Quem afirma é oBrasil Econômico, em matéria publicada nesta terça-feira (22.05). Segundo o jornal, a rede sueca dá os primeiros passos para o início de sua operação no País, após quatro anos de pesquisa sobre o mercado nacional, e aterrissa com força: serão pelo menos 30 lojas brasileiras, com foco nas capitais, já no início de 2013.
A empresa estaria montando seu time de executivos, com diretores provenientes de redes que serão suas concorrentes no País, todos sob um contrato de silêncio com multa prevista de R$ 3 milhões em caso de divulgação dos detalhes da operação. O presidente da Riachuelo Flávio Rocha sugere como certa a chegada da rede ao Brasil, ao comentar sobre a saída de um de seus executivos, que teria migrado para a fast fashion sueca. Já a assessoria H&M declarou que não comenta especulações.
Entre as dificuldades da chegada da rede ao Brasil apontados pela reportagem estão o registro para a importação de suas peças, produzidas em 700 fábricas espalhadas pela Europa e Ásia, o que pode levar até seis meses, e a logística de distribuição das mercadorias. Como alternativa, especula-se que a H&M possa adquirir participação em uma rede brasileira como Riachuelo ou Lojas Renner.
Parcerias recentes da H&M: Marni e Versace criaram coleções para a redes sueca

22/05/2012

Marc Jacobs transforma pichação de loja em camiseta


A fachada da loja de Marc Jacobs em NY, com a pichação do grafiteiro Kidult
Na última semana, a loja do estilista Marc Jacobs no SoHo, em Nova York, amanheceu com uma surpresa ingrata: o grafiteiro Kidult, famoso por suas intervenções urbanas, escreveu em tinta pink a palavra “art” por toda a fachada da loja na manhã de terça-feira (08.05). Com seu reconhecido senso de humor, o estilista não se deixou abalar; horas depois a pintura foi removida e a marca compartilhou um clique da loja com a legenda “Art by Art Jacobs” em seu perfil no Twitter.
 
Camiseta criada pela grife com a foto da loja; detalhe da intervenção do artista francês
Mas a história não foi encerrada ali. Ao invés tomar alguma medida legal, a grife resolveu virar o jogo e transformou a imagem da pichação em uma camiseta, toda pink com a foto da loja estampada e a frase repetida logo abaixo, revelada horas mais tarde no perfil da marca e colocada à venda na mesma loja, na Mercer St, por US$ 689. No dia seguinte, o grafiteiro francês respondeu ao novo produto comentando que entraria na brincadeira, mas lembrando o estilista que “nós não brincamos sob as mesmas regras”, depois de republicar um comentário que chamava o estilista de “ladrão capitalista”.
 
Pichações do grafiteiro Kidult em fachadas da Céline, Louis Vuitton e Hermès, realizadas no ano passado
Kidult já realizou ações similares no ano passado, com pichações nas lojas da Louis Vuitton e da Hermès. Também em 2011, o grafiteiro escreveu a expressão SK8 em protesto contra a grife Céline, também na fachada de uma de suas lojas, após a grife lançar campanha com fotos de modelos segurando shapes de skate, afirmando que a marca havia se apropriado de elementos da cultura de rua como marketing para seus produtos de luxo, de modo similar ao jogo inverso da rápida resposta de Marc Jacobs à sua mais recente ação. Vale aguardar para ver se esse episódio se encerra por aqui ou se o artista prepara alguma nova retaliação em breve.

17/05/2012

Os manequins decorados do francês Emmanuel Bossuet


Emmanuel Bossuet é um diretor de arte francês que trabalha com obras decorativas e intensas, recentemente ele realizou um projeto em parceria com a “Stockman” marca famosa que fabrica clássicos manequins desde 1867.


A intenção do artista era clara: utilizar as formas clássicas dos manequins como um suporte virgem para imagens em preto e branco, inspiradas em caleidoscópios, colocando em valor tanto o mundo da moda, como o design.


A edição limitada conta com apenas 10 cópias de cada modelo. Três delas estão em exibição na loja de departamentos francesa Bon Marché in Paris.


Cada manequim Stockman by Emmanuel Bossuet sai por 2200 euros e promete decorar os cantinhos das casas dos fashionistas mais antenados.

Criação de Coleções de Moda - Mário Queiroz


10/05/2012

Branding ainda não é feito da maneira correta no Brasil


Um projeto de branding para uma empresa vai muito além do design e da identidade visual. Envolve criar personalidade e conteúdo para que a marca faça parte do dia a dia dos consumidores, como uma amiga.

O processo é holístico e deve perpassar todos os estágios que se referem à construção ou ao reposicionamento de uma marca. É o que defende a designer Marina Willer, diretora de criação da Wolff Olins.

Há 12 anos no escritório de Londres da agência Wolff Olins, que tem clientes como Unilever, Adidas, Renault e, mais recentemente, as Olimpíadas de 2012, Marina hoje ocupa o cargo de direção de criação.

No Brasil, entre outros projetos, a executiva esteve envolvida no projeto de criação da Oi, que hoje é um dos principais cases brasileiros de atitude e essência de marca, aproximando a operadora de telefonia celular dos consumidores a partir de plataformas como moda, esportes e cultura.

Em entrevista, a profissional fala sobre o trabalho de branding realizado no Brasil e no mundo e destaca as principais mudanças da área nos últimos anos.

Para Marina, ainda há muito a ser explorado por aqui. “Existe uma dessincronia entre imagem e marca, a presença de muitas empresas, a forma como elas se articulam e o que elas fazem”.

Leia a entrevista completa a seguir.

Nesses mais de 10 anos, como você vê a transformação do branding lá fora e aqui no Brasil?

Marina Willer – A nossa visão, que acaba refletindo o que acontece no mundo, é que o branding não é só uma questão de imagem, mas de criar uma experiência completa. São os serviços, os produtos, o jeito da equipe de atendimento falar, o design das lojas.

Tudo tem um ponto de partida, que é criar, sempre em conjunto com o cliente. O resultado dessa somatória de experiências forma o Branding. E o design visual tem um papel muito importante, mas não é a única coisa.

O Branding tem que ser uma coisa holística. As empresas já conseguem fazer isso?

Marina Willer – Acho que isso é uma coisa que as pessoas estão começando a se dar conta agora. Algumas se preocupam cada vez mais com isso. Um dos nossos clientes é o Skype. O Skype é algo tão genial, que não importa muito a marca, o logo, mas a essência, o papel que ele cumpre no mundo.

Tem um banco na Inglaterra que chama First Direct (uma divisão do HSBC), em que tudo é feito por telefone ou online. Não existe agência. Nós fizemos o branding deles e a promessa é que, se você ligar, o telefone só pode tocar três vezes. Coisas assim. Ele é extremamente fácil, sem frescura, sem burocracia. É a atitude o que importa mesmo.

Tem clientes que já fazem isso, mas acho que ainda está no começo. No Brasil, branding ainda equivale muito à imagem. Agora que a economia brasileira está melhorando e existe um orgulho nacional muito grande, isso tudo está possibilitando o surgimento e o crescimento de negócios de uma forma incrível.

Existe uma dessincronia entre imagem e marca, a presença de muitas empresas, a forma como elas se articulam e o que elas fazem. Algumas são extremamente revolucionárias no que fazem, mas ainda não sabem comunicar isso de uma forma que esteja no mesmo nível do trabalho que realizam. Ainda há muito a ser explorado.

Como as empresas podem fazer isso pelas suas marcas? Por que ainda não chegamos nesse mundo ideal?

Marina Willer – É uma nova disciplina no Brasil. Está começando a acontecer. Fizemos alguns projetos aqui, como o da Oi, que eu pessoalmente criei o nome, e a Vivo, que é um grande sucesso.

Começamos a trabalhar com a Embraer, que é um importante cliente. Esses já são exemplos de uma presença de branding como vemos em outros países da Europa, mas é tudo muito novo.

Já se fala muito em atitude de marca e propósito de marca. Que seria o que a marca promove para o consumidor, para melhorar a vida das pessoas efetivamente. Como você vê essa questão da marca servindo, não só como um elemento diferenciador, mas também estando presente no dia a dia das pessoas como uma amiga?

Marina Willer – O consumidor está exigindo mais coerência, mais responsabilidade social e em relação ao meio ambiente. Queiram ou não, as empresas são forçadas a buscar uma coerência maior entre o que elas falam e o que elas dizem que falam.

Não adianta dizer que você é otimista, se está destruindo o planeta. O mundo está muito mais crítico com esse tipo de problema, por causa do acesso à informação. O Brasil tem todo um potencial para crescer nessa área de branding.

Mas, ao mesmo tempo, a revolução digital é tão grande, que já vai acontecer num segundo estágio, não como fazíamos há 10 anos.

Agora é menos filosofia e mais prática. Cada vez mais, as empresas investirão menos em publicidade e mais em coisas reais. No caso da Oi, o sucesso deles refletiu o espírito que criamos juntos a partir de ações, não da publicidade.

Esse é um exemplo muito contemporâneo. É um desafio manter essa coerência, mas é uma demonstração de que somente a publicidade não faz a marca.

Esse é o desafio para as marcas, criarem uma essência e praticarem essa essência?

Marina Willer – O mercado ainda não entendeu isso. Vemos que, no caso do Brasil, muitas vezes o que as empresas querem ainda é buscar alguém que faça o design, um projeto gráfico.

Não é sempre que encontramos clientes que tenham a ambição de realmente usar Branding como uma forma de transformar e definir os negócios. Quem for ambicioso em perceber o valor que isso traz vai sair na frente.

Falando em consistência, esse é um grande problema que temos, não só no Brasil, mas no mundo. A publicidade acaba podendo trazer inconsistência para a marca, porque cada hora comunica uma coisa. Citando o caso de Dove, há 50 anos eles têm o mesmo tipo de comunicação, que é fazer o teste dos sete dias. Como você vê a importância da consistência da marca para ela se fortalecer e se desenvolver em outros negócios?

Marina Willer – Acho que é um paradoxo. Consistência é fundamental, é o que faz você criar uma história coerente. Quando uma ação que a marca cria aqui ou do outro lado do Brasil é coerente, começamos a perceber que existe uma filosofia, um papel claro para aquela empresa.

Ao mesmo tempo, acho que sistemas de linguagem de marca têm que ser mais abertos para que as pessoas possam se envolver e participar. Ter um manual e policiar a marca é coisa do passado. As pessoas criam coisas por conta própria, querem participar.

Colaboração é cada vez mais uma parte importante dos negócios. É necessário criar marcas que sejam abertas à parceria. A participação é fundamental na era em que vivemos. Não dá para criar algo que seja tão rígido que ninguém possa interpretar de diferentes formas. A grande sacada é criar marcas que as pessoas possam adaptar, transformar, participar, que se sintam donas também.

As marcas têm que conversar com os consumidores. E a marca só consegue isso se tem conteúdo. Como vocês têm trabalhado os projetos em Londres, desde a construção mesmo, a partir do zero, até um reposicionamento?

Marina Willer – Cada projeto é diferente. O que é comum é que a criação é muito colaborativa, sempre em parceria com o cliente e as pessoas que têm uma influência na construção daquela marca. Isso é fundamental para o sucesso. Não é algo artificial, que criamos no laboratório e impomos. O processo é muito de entender o que é único e especial naquela organização. O que é a essência, o que está no DNA?

Muitas vezes há enormes divergências entra as pessoas dentro da própria empresa. É como ir num psiquiatra, fazer psicanálise em grupo, tem que tentar concordar. Se você não consegue concordar na essência, cria o projeto já fraco desde o início.

Quando trabalhamos com organizações muita grandes, boa parte do processo é só chegar a um acordo. É dizer “Então a essência é isso, ok? Todos estão de acordo? Então é nisso que vamos trabalhar”. Também é fundamental entender o mundo em volta, o que já existe, o que estão fazendo, o que está faltando. Encontrar o papel dessa organização.

Como você vê casos internacionais? Aqui no Brasil falam invariavelmente de marcas como Apple e Starbucks. Que outras têm feito trabalhos relevantes na área de branding?

Marina Willer – Uma das minhas marcas favoritas é o Obama, mas faliu, né? Começou bem, tinha uma coerência entre o que ele acreditava e a imagem que se criou. O Google, por exemplo, é uma marca fenomenal, por causa do que eles fazem. Tem uma logo terrível e criam novas que são todas terríveis, mas não estamos nem aí para a estética porque aquilo tem tanto menos importância.

É a mesma coisa do Skype. Como falei, estamos trabalhando com eles, e a nossa preocupação menor é tentar transformar a marca. Também vamos fazer isso, mas menos no sentido estético e mais no sentido de como ela pode interagir, que papéis pode cumprir. Vai além de ser bonito ou moderno. Não é bonito, mas ninguém está deixando de usar o Skype por causa disso.

Falando de Londres, que marcas têm força e podem ser citadas, até para servir de exemplo para o Brasil?

Marina Willer – Criamos uma marca local que se chama MacMillan e ajuda pessoas que têm câncer. O que eles fazem é maravilhoso, a marca realmente veio à vida em todas as dimensões, não só da comunicação. Eles já tinham a convicção, não tivemos que ensiná-los. Ajudamos apenas a transformar em algo mais jovem, de movimento.

Tem também a Tate, um projeto que eu fiz a identidade, que é super coerente entre experiência, design e jeito de fazer curadoria. É a primeira vez que um museu realmente abraçou a ideia de bBranding. Hoje é o museu de arte moderna mais visitado do mundo. Teve um impacto muito grande, não só por causa do que fizemos com eles, mas por tudo.

E no Brasil, há algum projeto?

Marina Willer – Sempre temos planos de fazer projetos aqui. A ideia é ter uma presença no país, mas usar nossos melhores talentos nos vários escritórios, principalmente em Nova York e Londres. Como eu sou brasileira, sempre participo dos projetos daqui, porque o conhecimento local é muito importante.

Ao mesmo tempo, o que oferecemos aos clientes é tanto um conhecimento profundo do mercado e da cultura local, quanto os melhores talentos que fizeram grandes marcas que estão aí pelo mundo.

Como eu disse anteriormente, aqui no Brasil tem se falado muito sobre propósito e atitude de marca. E lá fora, o que tem sido abordado nessa questão de branding, quais são as tendências?

Marina Willer – Acho que essa coisa do digital é o que está pegando muito. O mundo digital faz com que as pessoas sejam muito mais críticas, não adianta investir só em publicidade.

Como eu falei, também não dá para fazer algo superficial, tem que ser completo. A imagem é um dos componentes. Em todos os mercados estamos sempre questionando a importância de não fazer um projeto que seja só baseado na imagem.

Como você vê a evolução do Branding no Brasil comparado a outros países?

Marina Willer – O Brasil é muito rápido em abraçar mudanças, isso é um lado muito positivo. De um dia para o outro, tudo começa a acontecer. É um país muito aberto à transformação.

Ainda tem muito para se conquistar aqui, é um território muito aberto. Fico impressionada como não existe algo que unifique o negócio e ajude as empresas a comunicarem e expressarem o que fazem.

O mercado está muito focado só na parte de negócios e números e explora pouco o poder do Branding, da criação de uma coisa mais completa, holística. Quem sair na frente vai ganhar. É uma questão de acordar para a urgência disso.

04/05/2012

Anhembi Morumbi lança museu da moda virtual

Museu da Indumentária e da Moda, o MIMO, é o primeiro museu virtual de moda do Brasil, idealizado pelo Programa de Mestrado em Design da Universidade Anhembi Morumbi, com apoio do Ministério da Cultura. O endereço é o www.mimo.org.bre está sendo lançado nesta quinta-feira, 03.05, durante o evento II Moda Documenta.

MIMO disponibilizará um acervo digital de fotos de tecidos e aviamentos, além de registros virtuais de obras de criadores de moda, objetos de desejo e galeria de fotos de álbuns de família que será constantemente atualizada. O Museu abrigará também exposições virtuais, sendo que a primeira já está agendada para acontecer entre os dias 18 e 31 de maio, sob o tema Jeans: cotidiano e subversão.

A ideia inicial do MIMO nasceu há mais de dez anos, com uma proposta da professora Kathia Castilho. O projeto sofreu modificações e hoje ele se apresenta como um museu totalmente virtual, ou seja, não reproduz o conteúdo que está em exposição permanente em um local físico. O seu acervo será totalmente digital. Por essa razão, podemos considerá-lo pioneiro e inovador”, afirma a professora Márcia Merlo, coordenadora geral do Museu e pesquisadora do Mestrado em Design da Universidade Anhembi Morumbi, integrante da rede internacional de universidades Laureate.

Redesign 2012


03/05/2012

Estampas marcam presença no jeanswear do próximo verão


O jeans estampado chegou para ficar desde as últimas temporadas de moda. As referências e os grafismos são inúmeros, com grande destaque aos animal prints, florais, étnicos e texturas. Os shapes também são diversos, mas peças como macaquinhos, shorts e skinny com estampas coloridas são as favoritas nas ruas. A Vicunha Têxtil, a partir de suas pesquisas de tendências mundiais de moda, conta com opções variadas de índigos e brins estampados, em diferentes bases e com opções desbotáveis que permitem um trabalho extenso em lavanderia.

Seguindo o estilo jovem e streetwear, as animal prints sobretintas em cores ácidas e artificiais viraram sensação no último verão e prometem continuar em alta na próxima estação quente. Algumas ótimas opções da Vicunha para esse look são as sarjasNash (cobra), Gorky (crocodilo), Phellinus (onça) e Renoir (zebra). Para quem quer aliar o aspecto e o toque do couro-jeans à padronagem animal, os desenhos de cobra e crocodilo também estão disponíveis sobre base CARBOLumen. O artigo Panthertraz o desenho da pantera sobre base índigo desbotável. 

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Os tecidos Renoir (esquerda) e Nash (direita) da Vicunha 
e uma calça com estampa de Animal Print (centro)

 Os florais também vêm ganhando cada vez mais destaque entre fashionistas. A tendência que começou tímida, restrita a pequenas peças como coletes, shortinhos e minissaias se desenvolveu e ganhou calças, vestidos e casacos. Mas suas variações não se restringem ao shape: eles podem ser encontrados em diversos tamanhos e cores, indo dos discretos e românticos aos mais exagerados.

A invasão das referências surfwear na moda urbana também levou o floral ao guarda-roupa masculino e ganha cada vez mais espaço entre esse público. Antenada às vertentes desta tendência, a Vicunha vem enriquecendo sua coleção de florais e conta com diversos padrões em sarja, como o Melody, que se parece com desenho feito à mão em tom sobre tom, o Blossom, que esteve presente no desfile de Lindebergue Fernandes na última edição do Dragão Fashion (abril), e o Amy, com inspiração no lifestyle dos surfistas. Para a coleção Verão 2013, a Vicunha lançou também um padrão floral sobre base índigo, o Haná.

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O índigo Haná com shape de macaquinho, Blossom no desfile de Lindebergue Fernandes e o Amy 

Os petit-pois, consagradas bolinhas dos anos 50, voltaram com tudo e estão estampados em camisas, saias e calças femininas. Com uma pegada moderna e urbana, a Vicunha lançou em janeiro uma versão sobre base jeans. Desbotável, o artigo Boop pode ser usado para a confecção de diversos shapes. A padronagem sobre o couro-jeans envelhecido da linha Vintage Leather é composta por pequenos pontinhos marrom sobre base nude ou marinho sobre lavanda.

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Jaqueta com Boop lavado e as duas bases do Vintage Leather com Pois 

 Vale lembrar que as padronagens clássicas como listras, xadrezes e riscas de giz e as maquinetas que lembram a espinha de peixe (brim Chevron) seguem em alta e ganham novas leituras em lavanderia e confecção. 

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Alguns exemplos de calças estampadas e combinações

 As marcas americanas de maior relevância mundial no jeanswear, tais como Adriano Goldshmied, JBrand, Current/Elliot, Citizens Of Humanity, Paige e Seven For All Mankind oferecem estampados incríveis em suas coleções.


30/04/2012

C&A e Youtube lançam canal sobre moda

A C&A e o Youtube lançam um canal sobre moda  em parceria. O endereço reúne vídeos exclusivos sobre o tema com a apresentação de vlogueiras populares na internet. O projeto pretende fomentar a geração de conteúdo e se tornar uma plataforma de referência para os internautas interessados em moda.


Entre as categorias que compõem os vídeos estão looks, acessórios, tendências e truques. A C&A, como patrocinadora, também terá um espaço com conteúdo exclusivo. A iniciativa da rede está alinhada ao posicionamento da marca de democratizar a moda no Brasil. O projeto foi elaborado pela DM9DDB e a Damasco Filmes é responsável pela produção e curadoria.


28/04/2012

Coco Rocha reclama de Photoshop em capa da revista Elle Brasil


(Esq) Capa da revista com alteração e à dir. imagem dos bastidores da sessão

A top canadense Coco Rocha criticou por meio de seu blog a edição de imagem feita na foto que estampa a capa da revista brasileira “Elle”, de maio.
A foto, clicada em Nova York, apresenta Coco Rocha em vestido revelador, que remete a uma pintura corporal. Segundo a modelo, ela havia usado sob a peça uma segunda pele, que acabou “apagada” por recursos digitais.
 
“Como uma topmodel, tenho há muito tempo uma política de zero nudez ou nudez parcial nas minhas sessões de fotos. Para a recente capa da ‘Elle’ Brasil, usei um ‘body’ por baixo de um vestido transparente, que agora descobri ter sido ‘photoshopado’ para dar a impressão de que estava mostrando muito mais pele do que mostrei ou estava à vontade em mostrar. Isso foi especificamente contra a direção escrita e verbal que passei a toda a equipe. Estou extremamente desapontada por meus desejos e contrato terem sido ignorados. Acredito que toda modelo tem o direito de estabelecer como ela é retratada, e para mim essas regras foram claramente negligenciadas”, escreveu Coco Rocha no comunicado.
 
No site da revista é possível ver os bastidores da sessão e o "body" a que Coco Rocha se refere no texto. A edição celebra os 24 anos da “Elle” em terras brasileiras e chega às bancas do país nesta sexta-feira (27).
 
O ensaio com a top foi fotografado por Max Abadian e teve styling de William Graper, com direção de Susana Barbosa.
 
O outro lado
 
A assessoria de imprensa da revista emitiu um comunicado oficial sobre o caso: 
"A revista "Elle" em nenhum momento teve a intenção de desrespeitar o acordo feito com a top Coco Rocha para a capa da edição de aniversário, maio de 2012. A publicação já está em contato com a modelo para esclarecer qualquer mal entendido."

18/04/2012

Empresas chinesas copiam marcas globais

A calça jeans da foto é uma cópia da famosa marca Lee
A marca de luxo italiana Gucci tem o símbolo imitado por empresa na China
A Adidas tem o famoso logo das três listras copiado por empresa chinesa
A marca Puma possui uma quase cópia chinesa, com a grafia trocada
A Nike falsificada aposta no mesmo logo da gigante mundial
Cópia pirata da marca de calçados Crocs





Alunos de Moda do Senac Campinas criam figurinos para desfile


O Senac Campinas em parceria com o Shopping Spazio Ouro Verde promove, no dia 23 de abril, às 19h horas, um desfile com as tendências outono/ inverno, com participação dos alunos do curso técnico em Estilismo e Coordenação de Moda. Eles serão responsáveis por criar o look de cada uma das 14 lojas participantes, com acompanhamento da docente coordenadora de moda, Justine Armani.  “A ideia é apresentar as novas propostas das estações, quais as cores, estilos e combinações possíveis e o que estará na moda para as pessoas vestirem”, explica Érika de Lima Simioni, coordenadora de moda do Senac Campinas.

Uma semana antes do evento os alunos tiveram contato com o portfólio das lojas: vestuário, acessórios e sapatos, para pensar nos looks. “É uma aula prática, onde eles vão usar o que aprenderam na teoria. É possível passar por várias etapas como pensar nas combinações corretas e organizar o evento”, conta Érika. Este é o primeiro desfile que o Shopping realiza em parceria com os lojistas.

Serviço
Desfile - Shopping Spazio Ouro Verde
Data - 23/04/12
Horário: 19 horas
Local: no 2º piso do shopping
Endereço: Av. Ruy Rodrigues, 3.900 - Pq Universitário (próximo ao terminal Ouro Verde)

17/04/2012

DE PARIS PARA VOCÊ: VISUAL MERCHANDISING - a ciência de saber expor e vender produtos



Lena Pessoa apresentará um olhar sobre a ciência do visual merchandising do ponto de vista comercial. Como construir e otimizar melhor o espaço de venda, qual a ciência do saber expor, o que isso significa? Qual o seu target, como entendê-lo melhor pode ajudar no desenvolvimento do seu negócio? Qual a importância do visual merchandising dentro do seu espaço expositivo e como se favorecer de tudo isso para incrementar suas vendas? Lena foi responsável pela criação de lojas, vitrines e espaços expositivos de grandes grifes internacionais como Louis Vuitton, Givenchy e Kenzo.
Investimento: R$ 260,00 + 1 parcela de R$ 260,00
Escola São Paulo - clique aqui
17 e 19 de abril (3ª e 5ª)
19h30 às 22h30
2 aulas | 6 horas
PLANO DE AULAS
Aula 1
  • Como construir o perfeito espaço de venda;
  • Shopping experiência;
  • Passeando dentro da loja - construção deste circuito;
  • Como levar o cliente a abordar os pontos escolhidos;
  • Como incrementar vendas; Vitrines;
Aula 2
  • A ciência de saber expor: como e porquê;
  • Otimização do espaço de venda;
  • Entender seu target;
  • Como definir seu Visual Merchandising;
  • Como organizar o Visual Mrechandising no espaço de venda;
  • Pontos essenciais: focus point, manequins, cores e formas, Bíblia VM;
     

 Professora:

Lena PessoaLena Pessoa
Responsável pela criação de espaços, lojas e vitrines para grifes internacionais. Em 1994 Lena criou a sua própria empresa de criação: a Deux L em 2000, onde mudou seu rumo profissional da criação de roupas para a criação de ambientes. Anos atrás Lena entrou em contato com o grupo LVMH com o intuito de propor um novo conceito de vitrine, imediatamente a designer recebeu uma encomenda para a produção das vitrines da marca Louis Vuitton. Este trabalho lhe valeu a oportunidade de desenvolver também a arquitetura de interiores e design da primeira boutique da nova marca do grupo a Pucci. Em 10 anos e com a contribuição do escritório de arquitetura de Milão, Vudafieri Partners, Lena Pessoa inaugurou 250 boutiques de diferentes marcas, (Givenchy, Roger Vivier, Tod’s, Moschino, Kenzo, Jimmy Choo) ao redor do mundo, de Tóquio a Londres, de Paris a Nova York. Seu trabalho consiste em analisar a identidade e a alma da marca e a partir desta reflexão, criar um conceito personalizado e um universo único para cada uma delas.
http://www.deuxl.com